sábado, 23 de fevereiro de 2008

Não há tempo que volte, amor!



Por tantos anos aguardavamos o dia em que iriamos sair da escola e finalmente seguiriamos nossos planos, sonhos, caminhos...Chamavamos isso de futuro. Pois bem, o futuro já começou!

O terceiro ano 2007, não foi só mais uma classe no Sedes que se formou! Nós fizemos a nossa história e marcamos momentos...e que momentos! As brincadeira, a cantoria, os protestos e as brigas, que mesmo diante de alguns desentendimentos sempre estivemos juntos quando a briga era por nós! Nós nos tornamos uma família, pelo tempo e a intensidade que vivemos. Sem contar com a galera que cresceu no Sedes. Aliás, todos nós crescemos um pouco, ou muito nessa escola. Com certeza seremos homens melhores ao olharmos para trás. Lembraremos com carinho de cada manhã que acordavamos e protestavamos por ter que usar o uniforme, de cada vez que saímos da classe para beber água e quase não voltavamos mais, dos eternos exercícios de fixação do Zé Luiz, das loucuras mais interessantes da Cris, dos resumos fantásticos do Paulão, das assustadoras provas do Eder, dos seminários de geografia e das vezes que num ato de desespero pedíamos revisão da matéria poucos minutos antes da prova de química ou biologia.

Não esqueceremos das guerras de giz e a bagunça na classe e muito menos de como tudo se organizava ao ouvir os passos da Salete na escadaria. Os debates na aula de filosofia e a preguiça nas aulas de inglês também ficarão guardados, assim como o nosso volei na aula de espanhol.

Amigos, o que quer que aconteça daqui em diante, qualquer que seja o rumo que nós tomaremos, não se esqueçam que a partir de agora estamos ligados pra sempre um ao outro, e que há muitas pessoas que torcem para que os nossos sonhos sejam verdades!

Esse é o nosso terceirão e só enquanto eu respirar eu vou lembrar de vocês!

Não sei porque hoje resolví escrever isso, é que de repente...bateu uma saudade! ;]

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

...e eu nem sei quem é essa aí, ó, deixa ela!


Olhando nas páginas de minha vida, chego a me perguntar quem sou eu! Tá, eu sei que esse papo de crise de idêntidade em não-filósofos da modernidade já se tornou um tanto quanto clichê, mas é de verdade. Não sei se é influência zoodiacal, pessoal ou alheia, mas várias de mim parecem se cruzar o tempo todo, constantimente, num ciclo vicioso sem tamanho. Ás vezes, faço coisas que nem eu sei da onde vêm. Duas personalidades eu sei que eu não tenho. Talvez três, quatro ou cinco...mas duas, só duas, não! Eu sempre presencio a cehgada e a saída de cada uma, aqui na minha mente ou sabe lá, onde estejam! Isso deve explicar minha inconstância, meus vícios, medos, atitudes, expressões...! Tenho medo de não conhecer alguma dessas "Lumas" que moram aqui, ó! Ser vítima de uma delas. Sei lá, esse assunto me causa náuseas! ''/

sábado, 2 de fevereiro de 2008

Faloo mesmo!

...Prefiro ser escrava da minha palavra a ser dona do meu silêncio! (y)